sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Festinhas de setembro

No mês de setembro tive três aniversários especiais. No dia 03/09 comemorei o 2º aniversário da Laís, irmã do Lucas e filha da tia Érica e do tio Victor. O tema foi bem feminino, Moranguinho, mas tinha uma cama elástica com dragões muito legal! Também tinha um pula-pula gigante! Me diverti muito.
Moranguinho: tema feminino

Enfrentei os dragões!

Tio Victor, Lucas, tia Érica e Laís

A segunda festinha foi o 2º aninho de outra meninha muito querida: Luiza, filha da tia Elise e do tio Luiz e irmã da Laurinha. Foi no dia 17/09 e o tema foi o Ursinho Puff. A tia Elise arrasou na decoração (palavras da mamãe). Além disso, teve uma oficina de artes muito bacana. Pintei um quadro e me senti o verdadeiro Picasso!!! Quase toda a turminha estava lá, adorei encontrá-los!
Tema: Ursinho Puff

A Luiza e sua família

Participei da oficina de artes

Quase todos os meus amiguinhos estavam lá

Minha obra de arte
A última festa de setembro foi o aniversário de 83 anos do meu vovô Bastico (favor não chamá-lo de Sebastião porque eu NÃO gosto!). O aniversário dele é no dia 21 de setembro, mas comemoramos no dia 24 (sábado). Toda a minha família se reuniu para comer uma feijoada deliciosa! Mas a grande surpresa da festa foi a apresentação de um grupo de Chorinho que a mamãe e a vovó contrataram. Adivinha se não me juntei aos músicos e dei a minha "canja"? Parabéns, vovozinho. Saiba que eu te amo muito e ainda quero curtir muitas festinhas e brincadeiras ao seu lado. Beijos do Davi!
Meu vovô Bastico

Tocando Chorinho

Pesadelo ou Terror Noturno?

Essa semana, por duas vezes, acordei durante a madrugada chorando e dizendo que não queria mais dormir. Como isso não acontecia antes, a mamãe resolveu investigar e achou o artigo abaixo bem interessante. Tomara que essas fase passe logo! Beijo, tchau!

Terror noturno
O pediatra Gustavo Moreira, pesquisador do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), esclarece as principais dúvidas sobre essa manifestação noturna tão comum entre crianças pequenas.
Por Giuliano Agmont

O que é o terror noturno?
É uma atividade anormal do sono. Ele faz parte de uma categoria de manifestações noturnas conhecida por parassonia. Falar e andar dormindo também são formas de parassonia. O terror noturno é bastante frequente em crianças, principalmente entre os 2 e os 5 anos de idade. Na fase pré-escolar, ele chega a atingir metade da população infantil, segundo estatísticas internacionais.

O que acontece com a criança na hora da crise?
Depende da idade. Os bebês de colo simplesmente acordam chorando no meio da madrugada. Já as crianças mais velhas também costumam gritar ou emitir sons sem nexo. Muitas vezes, os pais se deparam com o filho sentado na cama e de olhos abertos. E o que assusta é que a criança não reconhece ninguém e não para de chorar ou gritar. É uma cena realmente impressionante... Sim, os pais ficam muito assustados... Mas, apesar de causar espanto, o terror noturno é uma manifestação benigna, ou seja, não representa risco para a saúde ou o desenvolvimento da criança. O estado de transe dura até 15 minutos e depois a criança retoma o sono normal.

Qual é a diferença entre terror noturno e pesadelo?
Os sonhos acontecem durante o chamado sono R.E.M., ou rapid eye movement (movimento rápido dos olhos), que se dá no fim da madrugada. Já o terror noturno ocorre na primeira metade da noite, quando a pessoa ainda não atingiu o sono R.E.M. Muitas crianças acordam depois de um pesadelo. No caso do terror noturno, a criança dificilmente acorda por conta própria. Além disso, as pessoas se lembram dos sonhos ou pesadelos que tiveram, enquanto os que apresentam terror noturno nunca fazem ideia do que se passou durante a noite.

O que explica o terror noturno?
A hipótese mais aceita é a de que o terror noturno tem a ver com o desenvolvimento do sistema nervoso central. É como se o cérebro ainda não estivesse suficientemente maduro para realizar a transição entre o sono e o despertar. Por isso, a criança fica em um “limbo” entre o dormir e o acordar. Em geral, pais que falam à noite ou são sonâmbulos têm filhos com terror noturno.

Como se comportar diante desse tipo de manifestação?
A primeira orientação é jamais tentar acordar a criança. Isso só vai fazer com que os eventos se tornem mais frequentes e prolongados. O ideal é não intervir e deixar que o momento de transe passe naturalmente e o pequeno volte a dormir. Só é preciso cuidado com as crianças que também caminham adormecidas. Nesse caso, não deve haver obstáculos ou objetos pontiagudos no quarto. O acesso a escadas e janelas também deve ser obstruído. Basicamente, a ordem é tomar medidas para evitar acidentes.

O terror noturno acontece com que frequencia?
Varia bastante. Uma criança pode ter dois eventos em uma semana e ficar um mês sem manifestar o problema. Outra pode ter episódio a cada dez dias. Não dá para precisar.

Existem situações que favorecem as crises?
É muito importante manter uma rotina adequada de sono para crianças com terror noturno. Isso significa dormir cedo e no horário e reduzir a agitação antes do sono. Quando a criança chega agitada de passeios e festas, o risco de apresentar eventos de terror noturno aumenta.

Problemas emocionais podem precipitar o terror noturno?
Sim, mas não é a regra. Diante de crises familiares, escola nova, chegada de um irmãozinho ou outras mudanças importantes em sua vida, as crianças têm mais chances de sonhar do que de apresentar terror noturno.

Há casos considerados graves?
Sim, porém são bastante raros. Existem crianças que tem dois ou três episódios por noite e passam a apresentar sintomas de privação de sono. Durante o dia, elas têm febre, sonolência e irritação. Também ficam mais vulneráveis a doenças. Nesse caso, é preciso procurar ajuda.

Existe cura para o terror noturno?
Não existe um tratamento específico, mas o terror noturno normalmente cessa quando a criança atinge a adolescência. Às vezes, o problema desaparece antes.

HISTÓRIAS DA MATERNIDADE: "Tenha-a como aliada"

Gostei muito do post abaixo, da tia Renata, mãe da amiguinha Laura. Tomara que as outras mamães também gostem e que todas as crianças adorem a sua escola, como eu adoro a minha. Beijo, tchau!

HISTÓRIAS DA MATERNIDADE: "Tenha-a como aliada": Minha amiga Margarete me enviou, por e-mail, um link que vocês podem ler aqui sobre os Dez indícios de que algo não vai bem na escolinha d...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Qual é o seu nome?

Há poucos dias, já deitado na cama, perguntei à mamãe: qual é o seu nome? Ela teve vontade de rir mas respondeu: Irene. E continuou a me perguntar o nome das pessoas da família. Segue o diálogo:
  - Você sabe o nome do papai?
  - Alexandi!
  - Muito bem, filho. E o nome da sua irmã?
  - (silêncio)
  - A Duda é Eduarda! E o nome da dinda?
  - (mais silêncio)
  - Elaine!
  - Elani!
  - Isso, filho. E o nome da vovó?
  - Malene! (esse tava na ponta da língua)
  - Muito bem! E o do vovô?
  - (silêncio)
  - Sebastião, filho.
  - Vovô Bastico!!! - ele respondeu.

Talvez vocês não tenham entendido, mas Bastico é o apelido do meu avô, que também é o meu padrinho de batismo. Posso não ter me lembrado do nome, mas não esqueci o jeito carinhoso com que chamamos o nosso vozinho. Aliás, no dia 21 desse mês ele comemorou 83 anos. Parabéns vovô Bastico! Beijo, tchau!
Mamãe, eu e o vovô Bastico no dia do meu batizado

sábado, 17 de setembro de 2011

Olimpíadas São Camilo

Este ano participei pela primeira vez das "Olimpíadas São Camilo". Foi uma mostra de todas as atividades físicas que fazemos na aula da tia Loianne durante o ano. As modalidades foram: caminhar numa estrutura de borracaha fina (1), passar por arcos suspensos (2), rolar no tapete (3), passar no túnel de tecido (4), andar na corda (5), arremessar a bola nos pinos (tipo boliche) (6) e, finalmente, correr (7)!
1
2


3

4
6
5
De todas essas modalidades, adivinha eu qual eu me destaquei? Na corrida, lógico! E, para orgulho dos meus pais, fui o primeiro a chegar!!! Quero ver a mamãe me pegar agora para trocar a fraldinha ou escovar os dentes!
7
Beijo, tchau!

domingo, 4 de setembro de 2011

Show do Cocoricó e Carrinho de Rolimã

No dia 4/09 fui com a mamãe e a vovó Marlene ao Show do Cocoricó, na Sala Villa-Lobos. Mas não é que, mesmo gostando muito dessa turminha, fiquei com medo da "galinda"? E isso é porque estávamos sentados nas últimas fileiras! Não teve problema. Saímos do teatro, tiramos umas fotos bacanas...

...e depois fomos passear no shopping. Chegando lá, a mamãe encontrou um brinquedo antigo, em formato remodelado e que, segundo ela, ainda vou brincar muito um dia: o carrinho de rolimã. Esse é o nome dado a um carrinho geralmente construído de madeira e rolamentos de aço, feito por crianças para a disputa de corridas ladeira abaixo.

Não se sabe ao certo a história desse brinquedo, mas descobrimos que ele era considerado o o brinquedo mais radical das crianças da década de 70 e 80. Na época, carrinho de rolimã era brinquedo dos meninos mais pobres ou com menos condições que não podiam ter uma biclicleta, mas tornou-se o pai (hoje avô) dos brinquedos radicais no Brasil. Veja que bacana esse aí que encontramos:

Beijo, tchau!